sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Já existe um sentimento de euforia no povo de Pedreiras por conta do...

 ...PARQUE JOÃO DO VALE

(Klebinho Branco, diretor do Grupo Carvalho Branco/Foto: Google Imagem)

Por: Klebinho Branco

Eu não poderia deixar de me manifestar a respeito do presente que Pedreiras recebeu e que merecidamente leva o nome de João do Vale, o Poeta do Povo, o Maranhense do Século XX.

Aquele pedaço de chão representa momentos importantes da história do nosso município e tem significado especial para muitas famílias pedreirenses, em especial para a minha.

Ali funcionou na década de 60 o CRUTAC, Centro Rural Universitário de Treinamento e Ação Comunitária, que proporcionou a diversos universitários da época, um aprendizado diferenciado, que se adequavam as necessidades das populações rurais. 

Na década de 70, Pedreiras e Trizidela, que ainda era um bairro, enfrentaram uma das maiores cheias do Mearim e boa parte da população encontrou abrigo naquele local. 

Ali, surgiu a ideia de criar um novo bairro, e o prefeito da época, Dr. Kleber Branco, iniciou a abertura do bairro Mutirão, atualmente, um dos bairros mais populosos da cidade.

No final da década de 80, mais um capítulo da história do nosso município foi protagonizado naquele local: pois, sob o comando do então Superintendente da Sucam, Dr. Josélio Carvalho Branco, toda a área foi recuperada e estruturada para receber as instalações e equipamentos do Centro de Treinamento Nacional dos Agentes de Endemias (Guardas da Sucam).

Servidores públicos federais dos mais longínquos rincões vinham a Pedreiras em busca de qualificação.

Tempos de muita glória e fartura de empregos!!!

Quantos “sucanzeiros” não repousaram à sombra das mangueiras, após um dia de batalhas contra os mosquitos que proliferavam doenças, maltratando nosso povo.

Ali, foi lugar de aprendizado, como também foi abrigo em momentos de sofrimento.

Aquelas terras, cheias de belas mangueiras, guardam consigo, décadas da nossa história e hoje me emociona ver aquele lugar totalmente revigorado e voltar a ser protagonista de um novo capítulo.

Parabéns @simplicioaraujo por sua determinação e principalmente pelo carinho que você tem por Pedreiras.

Tenho convicção de que esse capítulo que hora se inicia com a chegada do Parque João do Vale, será repleto de alegria e proporcionará qualidade de vida para nosso povo.





















PEDREIRENSES PELO MUNDO: Coluna do Carlos Augusto Martins Netto.

 Quase de manhã

Por Carlos Augusto Martins Netto - Servidor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Farmacêutico, Escritor e Poeta.

Como um dia já dissera um presidente “netos são filhos adocicados”. E vi, exatamente, isso ocorrer com minha avó paterna. Seus netos eram donos absolutos de sua casa, tinham total liberdade para fazerem o que bem entendessem. Não, ela não era permissiva, mas extremamente liberal.

Aos dezoito anos de idade, nos idos da metade do século passado, já casou por amor. E, pasmem, fugiu para concretizar o enlace. É bem verdade que o moço, durante a fuga, levou-a para a casa de seu padrinho, solicitando que dessem guarida à moça naquela noite e que, no dia seguinte, bem cedo, ele viria buscá-la, pois já estava tudo acertado com o padre e eles se casariam na missa das seis horas da manhã. Os dois se casaram, exatamente, no alvorecer do primeiro dia do ano (e que seria o primeiro dia do primeiro ano do resto de suas vidas.

Ainda muito nova a viuvez lhe encontrou. Entretanto, nem os costumes da época e nem o peso das roupas escuras (que não usou por muito tempo — foi páreo para sua personalidade ávida por liberdade e vivacidade.

Aos domingos, chamava todos os filhos com suas respectivas famílias para almoçarem em sua casa. Ela fazia questão de acordar bem cedo, ir ao mercado comprar tudo de que necessitaria para o preparo dos pratos que serviria para sua família. Capão ao molho pardo, arroz branco temperado com alho, farofa, feijão de corda com jerimum, macarrão e salada de alface, tomate, pepino e cebola roxa. Um verdadeiro e delicioso banquete.

Esses domingos ficaram marcados na memória de todos, principalmente dos netos. Quando pequenos, brincavam no quintal, que mais parecia um sítio com muitas árvores nas quais a meninada escalava e brincava fingindo ser o personagem Tarzan, o rei das selvas. Não foram poucos os tombos. Mas, entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

A animação dominical em sua casa era conhecida na cidade e, não raro, tinha um amigo convidado para participar. Ela era dessas mulheres inesquecíveis. Era amiga de todos, muito caridosa, que se compadecia com o sofrimento alheio. Era dona de um coração imenso e generoso. Sua personalidade era mansa e alegre. Irradiava animação.

— Meu filho, coloca aquela música da Elis Regina — pedia.

— Qual vó? — perguntava um dos netos.

— O bêbado e a equilibrista. Coloca e vem aqui que vou te ensinar a dançar. Já está na hora. E aumenta o volume, porque música boa só presta alta.

E saía dançando com seu neto no meio da sala da casa. Em pouco tempo, vários casais bailavam animadamente pelo recinto. Parecia até uma festa — e era!

Com o tempo, os netos entraram na adolescência e foram estudar na capital, fato que a deixou muito saudosa. Contudo, fazia questão que eles passassem as férias, carnaval e festas de final de ano com ela. Esses pequenos gestos eram motivo de muita alegria, pois gostava da casa cheia.

Durante as festas carnavalescas, sempre mantinha um estoque razoável de cerveja na geladeira, alegando o fato de que os netos não precisariam sair tarde da noite para comprar.

E foi num sábado gordo, início do carnaval, ao retornarem da festa e chegarem à casa já quase amanhecendo o dia que os netos, juntos com um amigo de infância, decidiram tomar a saideira.

Abriram uma cerveja, serviram os copos e brindaram à noite maravilhosa e à amizade que os unia.

Um dos netos acorreu à radiola e disse: — Agora, vamos ouvir uma música das nossas. E colocou “Chão de Giz”. Baixinho.

Nisso, ouvem o barulho da porta do quarto da avó e uma voz perguntando: — Que horas são?

— Cinco e meia, vó.

— Vocês estão bebendo a uma hora dessas?

— Vó, nós acabamos de chegar da festa e decidimos tomar a saideira. E a senhora sabe que cerveja sem música não presta.

— É verdade.

— Mas vó, a música está incomodando? Não queremos lhe incomodar.

E ela respondeu: — A cerveja tá gelada?






















terça-feira, 31 de agosto de 2021

TRIZIDELA DO VALE-MA: Coluna do Jornalista Thony Maranhão.

 PREFEITURA INVESTE EM OBRAS DE REFORMA E PINTURA NO GINÁSIO DO AEROPORTO.

(Assessor de Comunicação do Município de Trizidela do Vale-MA)

Os investimentos que a Prefeitura de Trizidela do Vale, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura vêm realizando têm melhorado a qualidade e a vida útil dos prédios públicos do Município. 

No Bairro Aeroporto, o Ginásio Poliesportivo está recebendo obras de reforma, pintura e melhorias em toda a sua estrutura.

 

A atual Gestão Municipal está promovendo uma pintura completa em toda a estrutura física do Ginásio que abriga diversas atividades esportivas, recreativas e sociais. 

Os trabalhos estão concentrados na reforma do ginásio com revisão da cobertura em estrutura metálica, calhas, drenagem em torno da obra, pintura interna e externa, reforço estrutural para arquibancada e recuperação estrutural (paredes, arquibancadas, piso, alambrados e outros), além de uma passarela de cimento construída na porta lateral de acesso do ginásio.

 

Uma das metas do Prefeito Deibson Balé, é promover melhorias em todos os prédios públicos e conseguir realizar uma estrutura física adequada para atender todas as necessidades da população. 

“Esse foi mais um dos compromissos assumidos e que estamos cumprindo nesse primeiro ano de mandato”, afirmou o Prefeito.

AscomTV.